Do xamã ao Prêmio Nobel, todos são filhos de Deus
Autor: José Tadeu Arantes
Há mais em comum entre a ciência e a espiritualidade do que supunha o cientificismo estritamente materialista até há bem pouco triunfante. É o que mostra, neste trabalho, José Tadeu Arantes. O extraordinário prestígio alcançado por diferentes disciplinas científicas, coincidindo com a crise espiritual que se costuma resumir na proclamação da morte de Deus por Nietzsche no final do século XIX, produziu a falsa impressão de um divórcio irreversível entre ciência e espiritualidade. A ciência chegou mesmo a ser vista como substituta da religião para a explicação do mundo e da vida.
O autor também publicou, pela coleção Repórter Especial, os livros Bacon e Newton: em busca da alma do mundo e O maior perigo do islã: não conhecê-lo. |